Boring selfcare: a parte chata, mas necessária, do autocuidado.


Nós já sabemos que o autocuidado é muito importante para manter a saúde mental em dia. Muitas vezes, associamos essa prática a hobbies como o skincare e meditação, mas ela vai para muito além disso. Autocuidado é tudo aquilo o que fazemos para nós mesmos, visando o bem-estar e a promoção da saúde, colocando-nos como prioridade.


Por isso, um movimento liderado pela terapeuta ocupacional Hannah Daisy, nas redes sociais, iniciou o tema do “boring self-care”, que, na tradução livre para o português, seria o “autocuidado entediante”.


É um conceito criado para lembrar que, além da parte divertida e gostosa do autocuidado, precisamos, também, fazer a parte que requer responsabilidade – mesmo que não seja tão divertida quando praticar esportes ou fazer skincare.


Alguns exemplos de atividades que seriam consideradas “boring self-care” seriam: planejamento financeiro, fazer exames e consultas médicas regularmente, arrumar a sua casa, planejar a sua rotina, entre outras.


Todas elas são partes essenciais de uma boa rotina de autocuidado. Apesar de parecerem banais, pequenos atos, como arrumar a cama todos os dias ao levantar, ou tirar tempo para cozinhar refeições nutritivas, são conquistas que precisam ser celebradas. Todos eles indicam uma saúde mental estável!


Ou seja: tudo é uma questão de equilíbrio. Ter os seus momentos de relaxamento é, sim, uma parte do autocuidado. Mas não podemos negligenciar a parte “entediante” e necessária dele.


E aí, o seu autocuidado está em dia?


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